Tratamento cirúrgico do câncer do aparelho digestivo
Cada caso é discutido em equipe multidisciplinar. Conforme a indicação, a cirurgia pode ser feita por via robótica, laparoscópica ou convencional. Veja as áreas abaixo.
Ebooks para pacientes
- Câncer de esôfago: o mapa do tratamento
- Câncer de esôfago
- Câncer de estômago: o mapa do tratamento
- Câncer de estômago
- Câncer de cólon e reto: o mapa do tratamento
- Câncer de cólon: a colectomia, do preparo à recuperação
- Câncer do reto alto e médio: a ressecção anterior, o trecho que sai e a emenda
- Câncer do reto baixo: o abaixamento, quando dá para preservar o esfíncter
- Câncer de reto
- Câncer de intestino na família
- Câncer de pâncreas
- Tumor no fígado e metástase hepática
- Quimio e radio antes ou depois da cirurgia
- Cirurgia robótica do aparelho digestivo
Perguntas frequentes
Um cirurgião do aparelho digestivo pode operar câncer?
Sim. A formação e o Título de Especialista em Cirurgia do Aparelho Digestivo (AMB/CBCD) incluem o tratamento cirúrgico dos tumores de esôfago, estômago, intestino, fígado, vias biliares e pâncreas. Cirurgia Oncológica é outra especialidade reconhecida pelo CFM; os casos são conduzidos em equipe multidisciplinar com oncologia clínica, radioterapia, patologia e radiologia.
A cirurgia é sempre robótica?
Não. A via de acesso — robótica, laparoscópica ou convencional — é definida conforme a indicação de cada caso: tipo e localização do tumor, estágio da doença e condição clínica do paciente.
Quem decide o tratamento?
A decisão é da equipe multidisciplinar, junto com o paciente. A cirurgia é uma das etapas possíveis do plano, que pode incluir quimioterapia e radioterapia antes ou depois da operação.
Especialidade registrada no CREMESP: Cirurgia do Aparelho Digestivo (RQE 46345). Conteúdo informativo; não substitui consulta médica. Nenhum procedimento tem resultado garantido.