
Câncer do reto: a amputação abdominoperineal, quando a bolsa é definitiva
O músculo tomado pelo tumor, a operação pela barriga e pelo períneo, a ferida embaixo, a colostomia para a vida e o acompanhamento
Para quem tem um câncer no reto baixo que toma o músculo do esfíncter e ouviu da equipe que a bolsa vai ser definitiva. Explica por que o esfíncter não pode ficar, o tratamento que pode vir antes, a operação em dois tempos, pela barriga e pelo períneo, a cicatrização da ferida embaixo, as três vias, os riscos em números, a bexiga e a vida sexual e a vida com a colostomia; com o acompanhamento, os sinais de alerta e o guia certo para cada etapa.
- Páginas
- 40
- Edição
- imediata
- Versão
- v0.2
- Atualizado
- 2026-10-28
Sumário
- 1Antes de começar
- 2Quando o esfíncter não pode ficar
- 3O tratamento antes da operação
- 4A operação, em dois tempos
- 5A ferida do períneo
- 6Robótica, laparoscópica ou convencional
- 7Preparo, internação e riscos
- 8Bexiga e vida sexual
- 9A vida com a colostomia
- 10O acompanhamento
- 11Sinais de alerta em três níveis
- 12Quem cuida de quê, e o que ler em seguida
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Dr. Mateus Antunes Nogueira · CRM‑SP 97.070 · Cirurgião do Aparelho Digestivo (RQE 46345) · médico do esporte e nutrólogo (pós‑graduado)
Especialidade registrada no CREMESP: Cirurgia do Aparelho Digestivo (RQE 46345). Conteúdo informativo; não substitui consulta médica. Nenhum procedimento tem resultado garantido.